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 O ambiente de trabalho do esteticista deve ser harmonioso e bem apresentado. A desorganização de materiais, equipamentos e utensílios gera desperdício de tempo e torna disfuncional o ambiente, prejudicando a prestação de serviços e funcionando como uma propaganda negativa.

O planejamento do ambiente de trabalho organizado deve levar em conta a funcionalidade, a segurança e a higiene do mobiliário (maca, banqueta, aparador, armário, lixeira etc) dos equipamentos e dos instrumentais.

 A organização do ambiente envolve etapas e momentos diferentes:

.Primeira etapa: refere-se à organização praticamente incessante do ambiente de trabalho, para que tudo esteja sempre em ordem (por exemplo, limpeza e organização dos armários). 

.Segunda etapa: precede a entrada do cliente à cabine de atendimento. A cabine deve estar absolutamente limpa e arrumada, com a execução prévia dos procedimentos de assepsia para as superfícies e para os instrumentos a serem utilizados.

CABINE ESTÉTICA 

Algumas providências relativas ao aparador, à maca, aos equipamentos e aos produtos cosméticos utilizados devem ser tomadas antes da recepção ao cliente e são fundamentais para a qualidade dos serviços estéticos prestados. Entre elas, devemos ressaltar:

.Trocar o campo descartável (lençol de papel) diariamente ou de um atendimento para outro. Revestir a maca com lençol de tecido ou descartável. 

.Manter acessíveis os materiais e instrumentos (estojo inoxidável para algodão, cubeta maleável ou inoxidável, espátulas descartáveis plásticas ou de madeira, conta –gotas, medidor de vidro ou plástico, pinça anatômica inoxidável, seringa de vidro, nebulizador, tesoura média inoxidável, agulhas descaratáveis, pincéis, etc) 

. Higienizar e preparar eletrodos dos equipamentos a serem utilizados. 

.Programar racionalmente a reposição e a estoacgem dos cosméticos em condições adequadas de higiene, levando em conta o prazo de validade dos produtos e o consumo baseado no número de clientes que o profissional atende. 

.Guardar os cosméticos em local sem umidade, protegidos da luz solar, sempre bem tampados e com a parte externa da embalagem em perfeitas condições de limpeza.

 

Desinfecção / Esterilização e outros Procedimentos de Higienização na Clínica de Estética

Desinfecção: é um processo de eliminação dos microorganismos na forma vegetativa. Resultam na destruição de agentes infecciosos, não obrigatoriamente os esporos bacterianos.

É a destruição dos germes patogênicos ou inativação dos vírus, pela utilização de agentes que destroem ou inibem os germes causadores de doenças.

Pode ser de alto nível, intermediário ou baixo.

O mecanismo de ação vai depender do tipo de produto a ser utilizado. Uns promovem a desnaturação protéica, outros ruptura da membrana celular ou aqueles que promovem a oxidação e liberação de iodo que penetra na parede celular, excluindo bactérias, vírus e fungos.

O tempo de exposição de um material a ser tratado com um desinfetante vai depender da orientação e manuseio fornecidos pelo fabricante, principalmente a informação sobre o grau de contaminação.

Principais desinfetantes utilizados em estética:

- Álcool Etílico (60 a 90%)

- Hipoclorito de Sódio (água sanitária)

- Composto Quaternário de Amônia (Germekil)

 

Esterilização: é um processo de destruição ou remoção de todas as formas de vida dos microorganismos (vegetativa ou esporulada) e agentes infecciosos de determinado material ou no ambiente de trabalho.

De outra forma, implica a destruição, inativação ou remoção de toda forma de vida microbiana, quer dizer, provocando uma perda irreversível da capacidade de reprodução dos microorganismos no ambiente de trabalho.

 

Os meios de esterilização podem ser: físicos ou químicos.

 

1) Físicos: através da utilização de equipamentos.

Estufa ou Forno de Pasteur – processo oxidativo (calor seco - 180º C por 1 hora). Utilizado para esterilizar vidrarias e instrumentos de metal.

 

Autoclave – processo utilizado sob pressão (calor úmido – 15 a 30 minutos / temperatura de 121 à 132ºC).

 

2) Químicos: através de substâncias químicas.

Glutaraldeído a 2% - 30 minutos (apenas desinfecção) ou 10 horas sob imersão.

Utilizado para materiais de vidraria, acrílico, metal ou borracha. Não é corrosivo.

 

Agentes Químicos e Efeito Bactericida

 

Detergentes

Todos os detergentes, por sua ação, são germicidas e com grande capacidade de higienização. A ação é complexa podendo existir a emulsificação, hidrólise de gorduras e proteínas, destruição de substâncias protetoras, favorecendo a mistura de água e a superfície do material a ser tratado.

 

Clorhexidine

Anti-séptico de grande ação. Solúvel na água e pouco tóxico. Desvantagens: alto custo e inativado por sabões. Utilizado como desinfetante de feridas e em procedimentos urológicos e ginecológicos.

 

Sabões Germicidas

São formulações que contem baixa concentração de agentes germicidas. Possuem ação microbiana com ação lenta, especialmente contra algumas bactérias. 

Principais substâncias utilizadas nas formulações: Hexaclorofenol e TCC (Irgasan).

 

Álcoois

Tem ação germicida e esporostática devido às baixas concentrações. Inibem as enzimas necessárias à germinação ou alteram a estrutura da membrana da capa do esporo.

- Álcool etílico: concentração de uso 60 a 70%. Pode ser utilizado sobre a pele como anti-séptico. Indicado para desinfetar materiais metálicos. Pode ter ação eficiente na desinfecção de termômetros clínicos e eletrodos de vidro.

Desvantagens: muito volátil e grande poder de contaminação. 

- Álcool isopropílico: menos volátil e eficiente na desinfecção de termômetros clínicos e eletrodos de vidro.

- Álcool benzílico: utilizado como preservante em formulações cosméticas.

 

Hipoclorito de Sódio 1%

Indicado para desinfetar superfícies e materiais não metálicos. 

Em contato com a pele pode causar irritação, vermelhidão e erosão. 

Em caso de ingestão pode causar irritação intensa e queimaduras.

Para utilizar em materiais como faixas gaze ou ataduras, higienizar primeiro e imergir em solução de Hipoclorito de sódio e água morna por 10 minutos. 

Enxaguar com água morna e secar

 

Aldeídos

1) Formaldeído: soluções aquosas de formol. Eficaz em relação às formas vegetativas. Em mistura com água, metanol, etanol ou álcool isopropílico, tem propriedades esterilizantes devido ao tempo suficiente de contato. 

É um desinfetante efetivo e também esporocida. A frio, pode esterilizar instrumentos. Desvantagem: odor característico, irritante e cancerígeno, de acordo com alguns autores.

2) Glutaraldeído: mais ativo que o formaldeído. Produto mais utilizado para desinfetar instrumentos cirúrgicos, desinfetando em 30 minutos ou 10 horas, os materiais como vidro, acrílico, metais e borrachas.

Forma de utilização: é necessário promover a sua ativação com uma solução tamponada com pH 7,5 a 8,5.

Vantagens: não é corrosivo, baixa toxicidade ou irritabilidade, baixa tensão superficial e com grande facilidade de remoção de superfícies.

 

Clientes 

 

Para atender uma clientela exigente e cada vez mais informada, as clínicas de estética devem criar um ambiente agradável de ética e responsabilidade, pacientes e funcionários devem sentir que o ambiente é antes de tudo, um espaço de saúde e que a estética exige um processo profissional e sério. 

O cliente de uma clínica de estética deve ser tratado com respeito, dignidade e seriedade desde a recepção ou telefonema domiciliar. 

A despeito da aparência física ou natureza do tratamento, as clínicas de estética atualmente são frequentadas por pessoas de ambos os sexos e classe social, com tratamentos cada vez mais peculiares, portanto, o que deve prevalecer é o respeito e a ética.

 

Ref:Senac-São Paulo

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